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I have a theory.

 Abraço. A maneira de dizer o que sente sem dizer nada.

 Abraço. A maneira de dizer o que sente sem dizer nada.

Quando foi a última vez que você tomou banho de chuva sem se preocupar com o celular no bolso, os cartões do banco, a chapinha, o sapato que não pode molhar? As pessoas têm que se permitir. Aprender o atraso, o olhar em volta. Mudar o caminho de todos os dias e se perder no seu próprio bairro. É o que tenho feito, me perdido. E devo dizer que estou muito feliz por não encontrar o caminho de volta.
Verônica H.  (via aluguefelicidade)
Sei que você tem outra pessoa, mas vou te contar: isso me dói tanto! É incrível, essas coisas não me doíam. Eu sentia saudade e saudade e vontade e vontade de estar perto e junto e com você e nós tínhamos tantos sonhos e coisas bonitas em papéis espalhados. Hoje eu sinto uma saudade em preto e branco. E quando eu penso que você tem outra pessoa o meu coração vai diminuindo e encolhendo cada vez mais. Enquanto eu estava olhando as estrelas pensei: ele deve estar no meio de um sonho bom. E ela deve estar dormindo abraçada nele. Voltei pra cama e abracei o travesseiro. E continuei pensando em como tudo era bom. Em como tudo era pra ser bom. Aí veio uma lágrima. E outra, outra, outra. Inevitável. Você sabe que eu sempre fui chorona. Talvez eu tenha uma visão muito romântica das coisas. Talvez eu ainda não tenha me convencido que você nunca sentiu da mesma forma que eu. Ou talvez eu não encontre explicação pra uma história dessas. Por quê? De qualquer forma o nosso encontro está marcado para a próxima vida, você sabe. Saiba também que nessa eu vou continuar te amando. Pra sempre.
Clarissa Corrêa.  (via aluguefelicidade)
O rouge virou blush. O pó-de-arroz virou pó-compacto. O brilho virou gloss. O rímel virou máscara incolor. A Lycra virou stretch. Anabela virou plataforma. O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou silicone. A peruca virou aplique… interlace… megahair… alongamento. A escova virou chapinha. ‘Problemas de moça’ viraram TPM. Confete virou MMs. A crise de nervos virou estresse. A purpurina virou gliter. A tanga virou fio dental. E o fio dental virou anti-séptico bucal. Ninguém mais vê: O à-la-carte porque virou self-service. A tristeza agora é depressão. O espaguete virou miojo pronto. A paquera virou pegação. A gafieira virou dança de salão. O que era praça virou shopping. A areia virou ringue. O LP virou CD. A fita de vídeo é DVD. O CD já é MP3. É um filho onde eram seis. O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail. O namoro agora é virtual. A cantada virou torpedo. E do ‘não’ não se tem medo. O break virou street. O samba, pagode. O carnaval de rua virou Sapucaí. O folclore brasileiro, halloween. O piano agora é teclado, também. O forró de sanfona ficou eletrônico. Fortificante não é mais Biotônico. Polícia e ladrão virou Counter Strike. Fauna e flora a desaparecer. Lobato virou Paulo Coelho. Caetano virou um pentelho. Elis ressuscitou em Maria Rita. Raul e Renato. Cássia e Cazuza. Lennon e Elvis. A AIDS virou gripe. A bala antes encontrada agora é perdida. A violência está maldita. A maconha é calmante. O professor é agora o facilitador. As lições já não importam mais. A guerra superou a paz. E a sociedade ficou incapaz. De tudo. Inclusive de notar essas diferenças.
Luís Fernando Verissímo   (via aluguefelicidade)
Quero fazer um presente, algo doce, algo raro. Não um presente comum, daqueles que perdeu ou nunca abriu. Esqueceu em um trem ou nunca aceitou, daqueles que abrem e chora. Que está feliz e não finge. E neste dia de setembro, te dedicarei meu maior presente. Eu quero dar o seu sorriso à lua assim que à noite, quem a veja, possa pensar em você. Porque o seu amor por mim é importante, e não me importa o que as pessoas dizem porque, mesmo com ciúmes sei que me protege e sei que ainda cansado o seu sorriso não me deixaria. Amanhã sairei de viagem e levarei sua presença comigo para que nunca é sempre viagem de regresso. Meu maior presente… Queria me presentearas um sonho escondido, ou nunca entregue. Desses que não se abrem, diante de muita gente, porque o maior presente, é só nosso para sempre. Eu quero dar o seu sorriso à lua assim que à noite, quem a veja, possa pensar em você. Porque o seu amor por mim é importante, e não me importa o que as pessoas dizem porque, mesmo com ciúmes sei que me protege e sei que ainda cansado o seu sorriso não iria deixar. Amanhã sairei de viagem e levarei sua presença comigo para nunca é sempre viagem de regresso. E se chegar a hora do fim que seja em um abismo não para me odiar, porém para tentar voar. E se você negar toda esta extrema agonia se também a vida você negar, respire a minha e estava atento a não amar, antes de te encontrar e descuidava a minha existência e eu não me importava. Eu não quero me machucar mais amor… Eu quero dar o seu sorriso a lua assim que à noite, quem a veja, possa pensar em você. Porque o seu amor para mim é o mais importante, e eu não me importo que as pessoas dizem e você. Amor negado, amor roubado e nunca total. Meu amor é tão grande como o tempo, em você me perco, amor que me fala com seus olhos aqui em frente, e é você o maior presente.
O Maior Presente - Tiziano, Anahí e Dulce María.  (via aluguefelicidade)
Duas coisas impossiveis de esconder: o amor e a tosse.
Danielle Diques (via aluguefelicidade)
Se eu chorar, não me faça muitas perguntas, não precisa nem secar minhas lágrimas. Só me diz que você continuará comigo pra tudo, que tenho teu colo e teu carinho. E ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços e diga que eu posso chorar, mas que você não sairá dali enquanto eu não sorrir. Porque é isso que nos importa, não é? O sorriso um do outro.
Caio Fernando Abreu (via ressenti-r)
Sinto falta de abraços que nunce dei e beijos que nunca levei.
Eram duas meninas ricas, melhores amigas. Não se achavam nem nada. Seus nomes eram Renata e Helena. Mas como Helena era mais popular, Renata tinha inveja. Um dia, no ultimo andar de um predio, aqueles que não tem nada por fora, é um jardim aberto, e que se você se jogar você cai. Enfim, Renata e Helena estavam lá.. Helena viu uma flor azul bem perto da ponta do andar, então precisava que alguém a segurasse, senão ela caia. Helena disse: “Rê, me segura para eu pegar a flor azul?” “Claro Lê.” Então Renata segurou Helena… Até uma hora. Então ela pensou que se Helena falecesse ela ia ser a mais popular. E ela tem sua chance. Pensou: “é agora..” E soltou Helena..Passaram 20 anos… Renata estava casada, e tinha uma filha. Como era o dia do aniversário de Helena, mas ela havia falecido, fizeram uma homenagem a ela e convidaram Renata, mas ela não queria ir, porque ela que havia matado Helena. Seu marido encheu tanto o saco dela que ela aceitou ir, mais a filha teve de ir junto, pois não tinha com quem ficar. Chegaram lá, era no mesmo prédio, que Renata havia largado Helena. A filha foi lá com a mãe, no último andar, e o marido ficou lá em baixo, na festa. Quando as duas chegaram havia uma flor idêntica, azul. A filha insistiu em pegá-la, e a mãe concordou em segurá-la. Renata então estava a segurando, mas antes da filha pegar a flor, virou pra trás e disse: “Mamãe, dessa vez você não vai me soltar, não é?”
Eu te amava de verdade. Quer dizer, ainda te amo. Mas o amor próprio chegou me dando um belo tapa na cara, me acordando dessa doce ilusão de acreditar que deveria insistir em você. Não deixei de amar, só passei a me colocar em primeiro lugar. Já fiz demais por você, demais por nós. Agora vou começar a fazer demais por mim.
Desonrado (via antiga-romantica)
Queria que algum canto do mundo me acolhesse, me abraçasse e dissesse que tudo bem eu perder assim o equilíbrio. Eu queria que existisse um canto do mundo que apenas me deixasse ficar quietinha quando o resto do mundo resolvesse me magoar.
Tati Bernardi.  (via ruadasaudade)
Não mereço uma pessoa que não sabe o que quer. Mereço certezas. Mereço que seja recíproco. Não quero alguém que me bajule o tempo todo. Não precisa abrir porta de carro, oferecer diamantes, pagar o jantar. Só precisa ser sincero. E real. E, principalmente, se entregar por inteiro. Porque não estou aqui para receber metade de nada.
Clarissa Corrêa (via antiga-romantica)
São nos pequenos gestos, mas grandiosos, que a gente percebe quem gosta da gente de verdade.
Tati Bernardi (via sabedorias)
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